Investimento em cibersegurança no Brasil deve aumentar em 2019

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  • IRPJ | Imposto de Renda Pessoa Jurídica | Renda variável.
  • IRPJ/Simples Nacional | Ganho de Capital na alienação de Ativos.
  • IRPF | Imposto de Renda Pessoa Física.
  • REFIS/PAES | Programa de Recuperação Fiscal.
  • REFIS | Programa de Recuperação Fiscal.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro | Profut || Parcelamento de débitos junto à RFB e à PGFN.
  • Previdência Social (INSS) | Programa de Recuperação Previdenciária dos Empregadores Domésticos - Redom (Parcelamento de débitos em nome do empregado e do empregador domésticos junto à PGFN e à RFB).
  • DOI | Declaração de Operações Imobiliárias.
  • DME | Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie.
  • IRPF - Imposto de Renda sobre a Pessoa Física.
  • IRRF - Fundos de Investimento Imobiliário.
  • e-Financeira.
  • Decred | Declaração de Operações com Cartões de Crédito.
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A evolução da virtualização do mercado brasileira traz consigo novos desafios, com a cibersegurança ocupando posição de destaque na lista de novas necessidades. Diante deste cenário, a Tempest Security Intelligence realizou uma pesquisa com 50 companhias de 15 segmentos diferentes a fim de averiguar a quantas andam as defesas das empresas brasileiras.

A ideia era avaliar um panorama geral sobre o tema diante de novas legislações de proteção de dados, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ratificada em maio de 2018 no Brasil, e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), implementado na Europa em maio do ano passado.

Com representes de setores variados como mídia, transporte, energia, seguros, mercado financeiro e varejo, as empresas relataram deram boas dicas dos caminhos da cibersegurança no país.

Em sua maioria, as companhias citam que o orçamento em segurança representa até 2% do faturamento, um número que deve crescer nos próximos anos. Para 2019, 38,8% das empresas ouvidas esperam elevar os gastos com isso em até 20%, enquanto 30,9% garante aumentar o investimento em no máximo 5%.

Nível de maturidade
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Um dos destaques apontados pela pesquisa da Tempest envolve a autopercepção do nível de maturidade de uma empresa em relação à cibersegurança. Com estágios indo de zero a quatro, o maior grupo se concentra no Estágio 2, que considera como “Estabelecido” o nível de adequação às exigências da atualidade.

O nível mais avançado, Estágio 4, considera “Avançado” o tema da segurança concentra 23,64% das companhias, enquanto o Estágio 3, que classifica como “Gerenciado” o patamar de maturidade em relação às questões de segurança, engloba 20% das companhias pesquisadas.

A parte preocupante, porém, está na informação de que cerca de 25% das empresas está no Estágio 0 (3,64%) ou “Inicial” (21,82%), quando a empresa ou dispõe de praticamente nenhum recurso de segurança formalizado ou tem alguns processos estruturados, mas não encampa estratégias globais sobre a cibersegurança.

Fatores relevantes
Entre os fatores citados pelas companhias mais relevantes para investimentos em cibersegurança, o principal deles é a proteção dos dados dos clientes, motivo apontado por 67,27% dos entrevistados. Em segundo lugar veio a reputação da marca (54,55%), seguido de perdas financeiras relacionadas a falhas de segurança (45,45%).

Fonte: Tecmundo | 22/04/2019

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